Cachaça Fuzuê em primeiro lugar

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Cachaca Fuzuê é eleita a melhor do estado de São Paulo Bebida ficou em 1º lugar em concurso realizado pela Unesp de Araraquara; entre os concorrentes da categoria não envelhecida representantes de outros estados

A cachaça Fuzuê produzida pelo empresário Erick Zurita, numa propriedade rural de Rio Claro, venceu como a melhor cachaça do estado de São Paulo em uma das categorias do mais recente Concurso de Qualidade da Cachaça, promovido pelo Centro de Pesquisas da Unesp (Universidade Estadual Paulista) em Araraquara.

Os resultados desta que é a IX edição da competição saíram no final de setembro.

A bebida, produzida no Engenho Zurita, localizado no Sítio Esperança, na divisa entre Araras e Rio Claro, teve a nota mais alta entre as concorrentes na categoria “não envelhecida”.

A Fuzuê competiu com dezenas de outras bebidas enviadas por outros produtores, não só do estado de São Paulo, mas também do Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Para avaliar a qualidade das cachaças participantes, a Unesp levou 60 tipos da bebida a bares e restaurantes, onde clientes foram convidados a degustar e ajudar na escolha, em três categorias – além da que foi vencida pela Fuzuê – também as ‘descansadas’ e as envelhecidas em madeira.

O objetivo do concurso, do qual a Fuzuê já havia participado em edições anteriores, galgando posições até chegar ao topo, é ampliar a divulgação da cachaça no mercado consumidor e também estimular e ajudar os produtores a elevar cada vez mais o padrão de qualidade de seus produtos. “Promovemos palestras e orientações para auxiliar na busca por essa qualidade”, explica Michele Boesso Rotta, pesquisadora da Unesp.

O resultado é considerado excelente pelo produtor, pois trata-se de um produto orgânico. “Não utilizamos qualquer substância ou açúcar para alterar o sabor da bebida”, afirma Zurita. “Essa vitória reafirma nosso compromisso com a qualidade e preservação das características originais da cachaça que produzimos”, complementa.

Produção inteiramente artesanal

Produzida por meios inteiramente artesanais, a Fuzuê é feita com cana-de-açúcar plantada no próprio Sítio Esperança. A cana é moída e a garapa é então aquecida a 30 graus num tanque apropriado.

Após passar pelos processos de fermentação e destilação, o produto libera vapor que, condensado, se transforma na cachaça.

A produção, hoje, é de 80 litros diários, armazenados em barris de madeira para envelhecimento e posterior comercialização em diversas regiões do Brasil e em países do Mercosul.

A vitória no concurso promovido pela Unesp, segundo Zurita, também impulsiona a produção com vistas à expansão do consumo devido à Copa do Mundo e Olimpíadas.

O Engenho Zurita já faz os preparativos para essa expansão, elaborando embalagens especiais em inglês, além de outros materiais e ações de apoio para divulgação. A estimativa é de que as vendas aumentem em 30%. “Verificamos essa perspectiva com base nas vendas realizadas por conta da Copa das Confederações”, explica.

Mais informações, bem como imagens do Engenho Zurita e outros detalhes sobre a fabricação do produto podem ser obtidos no site www.cachacafuzue.com.br.

Em alta no mundo

Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e investimentos, as exportações de cachaça brasileira em 2012 atingiram US$ 15 milhões. O volume comercializado passou de 8 milhões de litros, evidenciando que a cachaça vem, há muito, deixando de ser considerada uma bebida popular, marcando presença nos badalados circuitos gastronômicos.

Os principais países que compram a cachaça do Brasil no ano passado foram a Alemanha e os Estados Unidos que, inclusive, reconheceram a bebida como exclusivamente brasileira, em contrapartida ao reconhecimento do ‘bourbon whisky’ e do ‘tennessee whisky’ como bebidas elaboradas apenas por produtores dos Estados Unidos.


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Asa Branca

Asa Branca

Uma boa cachaça entra as tantas que são produzidas em Salinas.

O sabor é levemente ácido e picante, lembrando as boas qualidades da cana-de- açúcar.

Talvez por conta da combinação de bálsamo e ipê em seu armazenamento, o aroma era adocicado e me lembrava erva-doce.

Boa alternativa para refeições mais encorpadas.


Cor: amarela
Viscosidade: baixa
Aroma: amadeirado
Sabor: levemente ácido e picante
Madeira: bálsamo e ipê
Graduação: 45%
Apresentação: garrafas de 600 ml
Fone: +55 38 3841-1410

Paraíso – carvalho

Paraíso - carvalho

A primeira vez que ouvi falar da Cachaça Paraíso foi em referência às maravilhas da culinária mineira encontrada em um dos recantos em que ela é comercializada às margens da rodovia Fernão Dias.

Quando se fala em Minas Gerais não dá para esquecer das comida temperada, doces elaborados e cachaças saborosas.

Toma-se “dois dedos” da bendita para entrar no clima. Vai enroscando a prosa, petiscando um torresmo, “bicando” a marvada, engolindo um caldinho de feijão e fechando com uma “talagada” antes de encarar a refeição.

E como esse é o melhor ritual para se saborear tudo isso, bastou o primeiro “trago” dessa “purinha” e não resisti;  já no sábado preparei uma feijoada e no domingo um frango com quiabo e ora-pró-nóbis. Duas refeições que eram precedidas e acompanhadas de singelos sinais do paraíso gastronômico que essa cachaça nos permite alcançar.

Êêê trem bão!
É minha genética mineira falando em primeira mão.

De amarelo ouro claro obtido pelo repouso por dois anos em tonéis de carvalho, esta garrafa de 2011 exala um suave aroma de cana que compõe  agradavelmente com o sabor levemente adocicado.

Tomando agora o último trago, dá vontade de pegar a estrada e seguir o rumo do meu coração.


Cor: amarela
Viscosidade: média
Aroma: amadeirado
Sabor: levemente adocicado
Madeira: carvalho
Graduação: 38%
Apresentação: garrafas de 700 ml
Fone:  +55 35 3251-1237

Puricana

Puricana

Cachaças de Salinas são sempre muito agradáveis e fáceis de saborear.

É o caso da Puricana que guarda uma tradição de mais de 20 anos iniciada com uma pequena produção artesanal destinada a consumo próprio e do pequeno estabelecimento comercial de seu idealizador, Sabino Pinto. Aos poucos a qualidade foi consolidando o mercado e hoje a Puricana é apenas uma dentre as várias marcas e qualidades de cachaça produzidas pela indústria.

O envelhecimento em umburana confere intensa maciez que arredonda e intensifica o doce sabor da cana.


Cor: amarelo dourado
Viscosidade: média
Aroma: levemente amadeirado
Sabor: adocicado, levemente amadeirado
Madeira: umburana
Graduação: 40%
Apresentação: garrafa de 670 ml

http://www.sabinosa.com.br
Fone: +55 38 3841-1589


Paraíso

Paraíso

Cachaça que me chegou pelas mãos de um bom amigo mineiro, exímio preparador de crocantes torresmos  que combinam maravilhosamente com estes doces tragos.

Produzida na cidade de Cambuquira que fica “coladim” em Três Corações, e que faz parte do Circuito das Águas no sul de Minas Gerais.

Repousada em pau-pereira, também conhecida como angelim-rosa, é a primeira bebida apurada nessa madeira que tive o privilégio de provar.

O que vim a saber pelas informações que me foram passadas pelo fabricante é que existem três variedades dessa madeira utilizadas para o envelhecimento e que podem ser combinadas  conforme o propósito que se deseja alcançar.

  • A branca retira a acidez e mantém a coloração natural da Cachaça;
  • Amarela retira a acidez e transmite uma coloração ‘amarelada’;
  • Vermelha retira a acidez e transmite uma leve coloração alaranjada.
A mais comum e que foi utilizada no envelhecimento dessa cachaça é a pereira branca.

Foi uma grata surpresa sentir tanto frescor nessa garrafa de 2010.

Branca, aromática e suave. Mesmo parecendo uma bebida forte, entrega suavidade e maciez ao paladar.


Cor: branca
Viscosidade: média
Aroma: neutro
Sabor: alcoólico
Madeira: pereira
Graduação: 38%
Apresentação: garrafas de 700 ml

Utida

Utida

Essa cachaça me foi presenteada por um amigo de Londrina, grande apreciador e colecionador de cachaças.

Produzida na cidade de Cambará, norte pioneiro do PR, este exemplar é denominada de VERMELHA e compõe uma reserva especial com mais de dez anos de armazenamento em barril de carvalho.

O longo repouso reduziu fortemente a percepção alcoólica, deixando a bebida leve mas com sabor acentuadamente amadeirado que não destaca a madeira indicada, parecendo-se mais com um blend.


Cor: marrom claro
Viscosidade: média
Aroma: amadeirado e suavemente adocicado
Sabor: fortemente amadeirado
Madeira: carvalho
Graduação: 38%
Apresentação: garrafas de 700 ml
Ind e Com de Bebidas Lambari Ltda.
Bairro do Lambari – Caixa postal 267
Cambará / PR

Falando de cachaça – parte 2

Aqui um novo encontro com Beto Belini em seu programa Criando Espaço.

Comentamos sobre o participação no prêmio TOP BLOG em que o site Marvada figurou entre os 100 mais na categoria gastronomia.

Também apresentamos a deliciosa cachaça artesanal Dente da Cobra que está sendo produzida em Cascavel e que tem conquistado entusiasmados admiradores.


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