Água sagrada

A cana sagrada
nobre suco emana
que volita e irmana
como aprendeu a negrada.

O copo se esvazia
o desânimo se alija
a alegria esfuzia
o paladar regozija.

A alma deflagra
contra o corpo aflito
um verso ínclito
que ao poeta se sagra.

Doce canha
água substantivada
os ânimos assanha
cachaça marvada.

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